Brasil terá 28 prefeitos estrangeiros em 2013

Em janeiro Em janeiro, 188 estrangeiros vão governar 28 cidades e ocupar 158 cadeiras de vereador no Brasil. Dentre eles, o colombiano Carlos Amastha (foto), do PP, administrará uma capital, Palmas (TO). Empresário do ramo de shoppings, ele foi eleito com 59.680 votos (49,65%), em 1º turno. Com menos de 200 mil eleitores, a cidade não tem dois turnos. O levantamento é do site G1 e mostra que 12,5% dos 1.450 brasileiros naturalizados que disputaram as eleições neste ano saíram vitoriosos. A proporção se manteve em relação a 2008 quando 12,7% dos 1.770 candidatos nascidos em outros países foram eleitos: 34 prefeitos e 255 vereadores. Para ocupar cargo eletivo no Brasil, estrangeiro precisa ter cidadania brasileira. Salvo os casos previstos na Constituição Federal, brasileiros natos e naturalizados têm os mesmos direitos e deveres. Só o cargo de presidente da Republica é exclusivo a nascidos em território nacional. Por isso, quem não é brasileiro nato não pode ocupar cargos na linha de sucessão presidencial, como vice-presidência da República e as presidências do Senado e da Câmara dos Deputados. Dos portugueses não é exigida cidadania brasileira. Basta residência permanente no país. Pela Constituição, eles têm os mesmos direitos políticos inerentes aos brasileiros.

Salários dos vereadores
Vereadores do Rio de Janeiro tem o mais alto salário do país dentre as capitais brasileiras com R$ 15.031,76. O menor, de R$ 6.129, é o dos edis de Rio Branco (AC). Os vereadores de Campo Grande (MS) estão em 19º lugar no ranking com salário de R$ 9.200 mais ajuda de custo de R$ 8 mil.

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Redacción

Redatores: Edgar Encisco y Oscar Lopez

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